Barueri

BARUERI: LEI MARIA DA PENHA É TEMA DE CAPACITAÇÃO PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE -


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Treinamento desenvolvido pela Secretaria de mulher e ISAMA levou orientações sobre direitos humanos com base no enfrentamento à violência

 

A metade das queixas de violência familiar apresentadas pelas mulheres é de agressão física, seguidas de agressões verbais e violência sexual. Para capacitar os agentes comunitários de saúde do programa Saúde em Casa, mantido pela Prefeitura de Barueri, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA), foi realizado entre os dias 14 e 20 de junho um treinamento sobre a Lei Maria da Penha – Protegendo os Direitos da Mulher.

A atividade foi promovida pela Secretaria da Mulher – Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra Mulher e ISAMA, e apresentou orientações a respeito de conceitos sobre a temática de direitos humanos com base no enfrentamento à violência contra mulher e a importância do atendimento da rede de serviços da Cidade. Os agentes identificaram os canais de denúncia e conheceram o trabalho da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra Mulher, em parceria com a Delegacia de Defesa da Mulher.

A maior parte das agressões acontece dentro de casa e, na grande maioria das vezes, o agressor é uma pessoa que convive com a vítima. Ao se deparar com uma situação de agressão, os agentes precisam desenvolver o trabalho social e saber quais os setores da rede de serviços encaminhar, na perspectiva de proteção e promoção dos direitos e ruptura do ciclo de violência. O olhar sensível à sintomas da violência, muitas vezes silenciados pelo medo, é essencial durante as visitas domiciliares.

Hoje, as mulheres têm o amparo da Lei Federal nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, também conhecida como Lei Maria da Penha, disponível em http://www.planalto.gov.br. Ela caracteriza a violência doméstica como uma das formas de violação dos direitos humanos e isso representa um avanço muito grande na legislação brasileira porque possibilita que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada quando ameaçarem a integridade física da mulher. A lei prevê ainda medida de proteção à mulher que corre risco de vida, como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação física da mulher agredida e dos filhos. Cria mecanismos para defender os direitos e também prevenir a violência familiar contra ela.

Além dos conceitos teóricos, os agentes assistiram e debateram sobre o filme – “Acorda Raimundo” e dinâmica em grupo sobre o vídeo “Silêncio das Inocentes”. Os agentes foram divididos em grupos e realizaram uma reflexão e debate de ideias com casos reais para exemplificar situações de violência, preservando-se a identidade das vítimas.

Conheça alguns indicativos que podem ser uma suspeita de violência em mulheres

– Manchas ou marcas no corpo;

– Fraturas e feridas em diferentes momentos de cicatrização;

– Queixas de hemorragias vaginal ou retal, dor ao urinar, corrimentos;

– Doenças sexualmente transmissíveis;

– Uso de roupas inadequadas para o clima, para esconder as marcas;

– Problemas alimentares: comer demais ou de menos;

– Tristeza constante, choro frequente, pensamentos suicidas;

– Dores crônicas;

– Falta de ânimo para os cuidados com a casa, com os filhos e com ela própria.

Confira as fotos:

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INFORMATIZAÇÃO: BARUERI IMPLANTA SISTEMA DE SOLUÇÃO PARA GESTÃO DA SAÚDE BÁSICA -


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Tecnologia mobile ePHelth permite a organização e otimização dos trabalhos desenvolvidos pelos agentes comunitários de saúde, do programa Saúde em Casa

Insistir na atenção primária deve ser prioridade no sistema de saúde. Isso porque uma rede de atenção primária funcionando bem é capaz de resolver 85% dos problemas de saúde da população, evitando internações e deixando que os hospitais cuidem apenas dos casos mais complexos.

Pensando na otimização dos trabalhos desenvolvidos durante as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde do Programa Saúde em Casa, a Prefeitura de Barueri, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA), implantou o sistema ePHelth, tecnologia mobile que amplia a comunicação e organiza todas as informações sobre a saúde dos munícipes. O sistema tem o objetivo de proporcionar uma melhora na vida da população barueriense e ampliar as possibilidades do programa.

Como funciona

Cada agente comunitário de saúde vai estar portando um aparelho smartphone, instalado com o aplicativo, que funciona mesmo sem internet. Durante a visita domiciliar, o agente atualiza as informações sobre vacinação, sintomas de hipertensão, diabetes, entre outras enfermidades identificadas na hora, ou cadastra uma nova pessoa, reunindo as informações necessárias para as próximas visitas. Tudo é salvo no aparelho e sincronizado com o sistema do gestor de saúde responsável e com o sistema do Ministério da Saúde.

Com isso, os principais problemas são identificados preventivamente, diminuindo os riscos à saúde do cidadão.

Eficiência

 O sistema informatizado apresenta todas as fichas cadastrais de cada indivíduo e o desempenho dos trabalhos desenvolvidos pelos agentes comunitários de saúde, que são solicitadas pelo Ministério da Saúde. Isso permite um monitoramento em tempo real das ações desses profissionais.

Cada agente terá um pacote de dados para utilizar a sincronização dos dados obtidos durante o dia. Além do aplicativo, os profissionais também contam com um portal para a compilação das informações.

Barueri tem 178 agentes comunitários de saúde. Cada um é responsável por uma micro área, correspondente à 200 famílias. A utilização do sistema visa a prioridade com a saúde, a qualificação, a agilidade e a eficiência dos profissionais que atuam com a atenção básica.

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CAPACITAÇÃO: AGENTES DE SAÚDE DO ISAMA BARUERI RECEBEM TREINAMENTO SOBRE APLICATIVO DE GESTÃO DA SAÚDE BÁSICA -


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178 profissionais já receberam a tecnologia mobile ePHelth que permite a organização e otimização dos trabalhos desenvolvidos dentro do programa Saúde em Casa

 

Foi realizado o último treinamento de equipes de agentes comunitários de saúde do programa Saúde em Casa, de Barueri, sobre o sistema ePHelth, tecnologia mobile que amplia a comunicação e organiza todas as informações sobre a saúde dos munícipes. Implantado pela Prefeitura de Barueri, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA), o novo sistema tem o objetivo de identificar, preventivamente, os principais problemas, diminuir os riscos à saúde, ampliar a comunicação, otimizar os trabalhos dos agentes comunitários, além de organizar todas as informações sobre a saúde da população.

Os dispositivos contém a base de dados do software e serão utilizados nas visitas domiciliares para cadastramento das famílias, atualização dos cadastros já existentes, acompanhamento e monitoramento dos usuários. O aplicativo também permite facilitar a sincronização das informações e a emissão de relatórios, eliminando a figura do agente-digitador.

Os profissionais da Unidade Básica de Saúde Maria Francisca de Melo, localizada no bairro Viana, receberam seus aparelhos com o aplicativo instalado. As orientações sobre a utilização do sistema foram repassadas pelo representante da empresa, Paulo Sérgio Pereira, que ensinou como deve ser feito cada cadastro e como o agente enviará as informações para o servidor base.

A expectativa é que o sistema esteja funcionando 100% nas próximas semanas.

 Como funciona?

O sistema informatizado apresenta todas as fichas cadastrais de cada indivíduo e o desempenho dos trabalhos desenvolvidos pelos agentes comunitários de saúde, que são solicitadas pelo Ministério da Saúde. Isso permite um monitoramento em tempo real das ações desses profissionais.

Cada agente terá um pacote de dados para utilizar a sincronização dos dados obtidos durante o dia. Além do aplicativo, os profissionais também contam com um portal para a compilação das informações.

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TUBERCULOSE: AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE DE BARUERI REALIZAM BUSCA ATIVA DOS SINTOMAS RESPIRATÓRIOS -


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Ação aconteceu até o dia 15 de março durante as visitas domiciliares pelo programa Saúde em Casa

 

A Secretaria de Saúde de Barueri, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA) realizaram no último mês de março a “Busca Ativa dos Sintomas Respiratórios”, por meio de agentes comunitários de saúde do Programa Saúde em Casa. A busca por pacientes que apresentaram durante as consultas na rede municipal, sintomas de tosse intensa com suspeita de Tuberculose foi realizada até o dia 15 de março.

Durante as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde, foram oferecidos exames aos pacientes e aos usuários das Unidades Básicas de Saúde.

A Busca Ativa dos SR é caracterizada como uma sequência de atividades, que segue desde o contato e a identificação de SR no domicílio até ao encaminhamento para seguimento ambulatorial dos casos diagnosticados. Isto significa que em vez de esperar a pessoa adoecer e procurar o atendimento médico, com a Busca Ativa já se faz o exame de todas as pessoas que apresentam tosse há mais de três semanas para verificar se são portadoras do bacilo da tuberculose.

Para realização da busca, os agentes tiveram treinamentos para identificação dos sintomas em outubro do ano passado. Foram quatro dias de treinamentos, realizados em 19, 20, 21 e 22 de outubro.

Como funciona

Com a estratégia, ocorre a descoberta precoce de casos de tuberculose, reduzindo a transmissão da doença e evitando sequelas ou as mortes.

Cuidados

O tratamento para a tuberculose é totalmente gratuito. Ele é feito com a dose diária de comprimidos para combater o bacilo e inclui geralmente o uso de quatro antibióticos durante seis meses.

O tratamento, porém, pode demorar dois anos ou mais, caso o indivíduo não o siga corretamente o que é recomendado pelo médico ou se for uma tuberculose multirresistente. O medicamento deve ser diretamente administrado ao paciente, observando e registrando a ingestão de cada dose da medicação pelo profissional da saúde. O médico deverá orientar o paciente sobre quanto tempo ele deverá tomar o medicamento e alertá-lo para que tome os remédios todos os dias, sempre na mesma hora, na UBS mais próxima de casa.

 

DENGUE: NÚMERO DE CASOS DE DENGUE REGISTRADOS EM BARUERI TEM QUEDA -


A Cidade registrou uma queda de 95% nos casos. Ações intensificadas de combate ao mosquito é o principal fator

 

Barueri tem apenas quatro casos de dengue confirmados, todos importados (quando a pessoa contrai a doença em outra cidade). De acordo com os dados divulgados no mês de março, a Cidade registra bons resultados graças às ações contra a proliferação do mosquito da dengue, realizadas em todo o município. Em 2015, até março, Barueri registrava a marca de 4.291 notificações de dengue, dos quais 3.417 foram de casos confirmados. Desde o começo deste ano até março, foram 537 notificações, sendo 382 descartadas e 151 ainda aguardam análise no Adolfo Lutz.

Se todos os casos em investigação for confirmados, o número registrado será bem menor, uma redução em mais de 95% em relação ao mesmo período de 2015, que terminou com 6.230 casos confirmados.

A Secretaria de Saúde, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA), realizou vários mutirões e palestras para combater o mosquito. Essas ações são o principal fator para a redução no número de casos. Além disso, a cidade também recebeu mais agentes nas ruas. Hoje Barueri tem 100% de seu território coberto por ações de combate.

Até março, foram realizados três grandes mutirões municipais, nos bairros do

Engenho Novo, Jardim Belval e Parque dos Camargos, envolvendo aproximadamente 1.450 pessoas e 14 mil imóveis foram vistoriados por agentes.

 Exército

Para atuar em conjunto com os agentes de combate à dengue, 500 Soldados do Exército Brasileiro foram convocados para a “guerra contra o mosquito da dengue”, duas vezes por semana. O objetivo era superar o impedimento da entrada de agentes da Saúde nas casas,

Bairros afetados

No ano passado, os bairros mais afetados pela dengue foram o Jardim Belval, Jardim Califórnia e Engenho Novo. Este ano, os quatro casos importados, não são usados como referência ao bairro de incidência justamente porque a pessoa não contraiu dengue em Barueri. Mesmo assim, a Vigilância em Saúde da Prefeitura realiza a chamada “barreira epidemiológica”, “cercando” o bairro onde o paciente mora em ações especiais para prevenir o aparecimento de criadouros e o consequente surgimento do mosquito adulto, justamente para que o vírus deste indivíduo não se propague pela região. Os trabalhos dos agentes da Vigilância em Saúde nas ruas continuam, e não deve cessar durante todo o ano. Porém, a Prefeitura reforça a importância de toda a população permanecer atenta aos possíveis criadouros do mosquito, e não relaxar nos cuidados dentro de casa. A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito infectado pode contaminar até 300 pessoas.

A recomendação é manter recipientes como caixas d’água, barris, tambores, tanques e cisternas devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada. Caso queira denunciar possíveis focos do mosquito, ou obter mais informações sobre o trabalho contra a dengue em Barueri, ligue para 4706-1011, 4198-0424 ou 0800-771-7207.

DENGUE: EQUIPES DO ISAMA BARUERI REFORÇAM AÇÕES DE COMBATE AO MOSQUITO NA CIDADE -


Saiu na imprensa!

A ação de combate ao mosquito Aedes aegypti, promovida pelas equipes de agentes de combate à Dengue da Prefeitura de Barueri, em parceria com o Instituto de Saúde e Meio Ambiente (ISAMA) foi assunto de reportagem do Bom Dia São Paulo desta terça-feira (29).

Barueri ficou no ranking de casos confirmados de dengue em 2015. Foram registrados 6.230 casos na cidade e 25% dos agentes que atuam no combate também ficaram doentes e tiveram que ser afastados. Para a eficácia do combate, mutirões foram antecipados e receberam o apoio de 500 homens do Exército. Durante as visitas de casa a casa, foram distribuídas redes de proteção para caixas d’águas aos moradores.

Todas essas ações têm um único objetivo: evitar que o número de casos de dengue aumente. Até  agora, Barueri registrou 4 casos neste ano (de janeiro à março).
Confira a reportagem:
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Reprodução: TV Globo